O Impacto da Cultura nos Territórios por uma Política Cultural

Após mais de um ano de impacto pandémico, avaliamos as consequências da suspensão da cultura e da atividade artística nos quotidianos e na economia social das aldeias, vilas e cidades. Álvaro Domingues, João Maria André e Dalila Dias conversam com Luís Sousa Ferreira sobre as suas experiências pessoais e profissionais na aplicação de estratégias de mediação, gestão e programação cultural por diversos pontos do país. Um olhar técnico e prático, mas também da ordem do pensamento e da reflexão sobre a necessidade emergente de uma política cultural estruturada e continuada, descentralizada e de fácil acessibilidade em todos os pontos geográficos do território nacional.

Um Projeto inserido no Neblina – Programa de Participação Artística e Mediação Cultural.

ORADORES:

LUÍS SOUSA FERREIRA CONVERSA COM ÁLVARO DOMINGUES, DALILA DIAS E JOÃO MARIA ANDRÉ

Álvaro Domingues é geógrafo. Doutorado em Geografia Humana, é Professor Associado da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, onde exerce funções de investigador no Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU). Entre outras obras é autor de Paisagens Transgénicas (Museu da Paisagem 2021), Volta a Portugal (Contraponto, Lisboa, 2017), Território Casa Comum (com Nuno Travasso, FAUP, Porto, 2015), A Rua da Estrada (Dafne, Porto, 2010), Vida no Campo (Dafne, Porto, 2012), Políticas Urbanas I e II (com Nuno Portas e João Cabral, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2003 e 2011) e Cidade e Democracia (Argumentum, Lisboa, 2006). Escreve, atualmente, no jornal Público.

 

Dalila Dias é diretora executiva da Aldeias Históricas de Portugal e coordenadora da Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE, Dalila Dias é autora e coautora de artigos relacionados com o turismo, os territórios de baixa densidade e o seu processo de desenvolvimento e conta com um vasto percurso e experiência no domínio do desenvolvimento regional.

 

João Maria André é professor catedrático aposentado da Universidade de Coimbra, tendo lecionado nas áreas da Filosofia, do Teatro e da Cultura. Autor de vários livros científicos, de poesia e de teatro, tem desenvolvido uma intensa atividade cultural, nomeadamente através da tradução, dramaturgia e encenação na Cooperativa Bonifrates, da qual é fundador.

 

Luís Sousa Ferreira é diretor do 23 Milhas, projeto cultural do município de Ílhavo. Consultor artístico para a Candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027 é ainda diretor artístico do projeto Aldear na região do Tâmega e Sousa. Paralelamente, é docente na Escola Superior de Artes e Design situada nas Caldas da Rainha. Em 2006 fundou o Festival BONS SONS, do qual foi diretor até 2019.

3 de setembro
15H

Ponto de encontro

Praça Comandante José Requeijo