Guilherme de Sousa e Pedro Azevedo

“Horto - Uma forma que vem do toque”

Horto – Uma forma que vem do toque pretende recriar a noção de estufa, partindo da própria ideia de artificialidade inevitavelmente associada. Na instalação, os visitantes têm a hipótese de se posicionarem no lugar das próprias plantas ou, em alternativa, colocarem-se no papel de cuidadores, desencadeando uma interação entre dois grupos diferentes de pessoas. Esta relação parte da troca de afetos entre o homem e a planta: conceito cientificamente designado por Thigmomorphogenesis – do grego thigmo (toque), morpho (forma), e genesis (origem). A performance Uma forma que vem do toque, associada à instalação, recorre à personificação da planta, partindo da noção de empenho e carinho como meio para um crescimento mais saudável e virtuoso não só do cultivo como das relações interpessoais.

 

Um Projeto inserido no Neblina – Programa de Participação Artística e Mediação Cultural.

Fotografia © Pedro Azevedo

Ficha Técnica


CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO | Guilherme de Sousa & Pedro Azevedo
DESENHO DE LUZ | Francisco Campos
EXECUÇÃO DE ORELHAS EM GESSO | Telma Pereira
BANDA SONORA | Domenico Scarlatti
DURAÇÃO | 20 minutos
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA | M/12

Guilherme de Sousa e Pedro Azevedo conheceram-se em 2014 e têm vindo a colaborar profissionalmente desde 2016. A sua atividade intersecta as artes plásticas e performativas, desenvolvendo um especial interesse por teatro, dança e instalação. No seu percurso, destacam-se It takes two to Tango, Apartamento, VANISH – projeto vencedor da bolsa Campo de Batalha, promovida pelo Teatro Municipal do Porto, – e Horto – Uma forma que vem do toque – vencedor da 3a edição da bolsa Happy Together, promovida pela Mala Voadora em parceria com a Câmara Municipal do Porto/Fórum do Futuro. Atualmente, são Jovens Artistas Associados do Teatro Municipal do Porto.

1 de setembro / 2 de setembro
10h

Casa do Povo de Leomil